Esse blog tem como objetivo ser meu "diário" de sonhos. Frequentemente tenho sonhos, quase sempre são bizarros, então irei registra-los aqui.
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Ladrão
Sonhei que estávamos minha namorada e eu em minha casa, e lá perto tinha aberto um café.
Falei pra ela que eu ia lá roubar, e que era pra ela ficar em casa.
Cheguei no lugar e dois segundos depois ela chegou também. Fiquei bravo e mandava discretamente que ela voltasse, mas ela nem ligava, fingia que nem tava ouvindo. Pedi uma bebida que parecia um milk-shake de brigadeiro que vende em um terminal de ônibus perto de casa, a moça me entregou a bebida, e antes dela falar o preço e sai correndo.
Quando cheguei em casa tava com uma caneca cheia de chocolate granulado na mão, deixei-a na mesa, então alguém (que eu não conhecia) perguntou o que era aquela caneca, disse que não sabia mas estava estampado na minha cara que era mentira.
Sem vagas, sem roupas
Eu tava na faculdade, a sala tava lotada, e eu tava sentado lá na frente (coisa que não acontece, costumo sentar da nas 3 últimas cadeiras).
Tinha dois meninos na sala que tinham pulado série, eles deviam ter uns 12 ou 13 anos, só que eles eram chatos. Então todo mundo ficava tirando sarro deles. Daí de tanto que zuaram um deles, ele começou a chorar pra professora, só que ele era tão chato que até a professora tirou uma com a cara dele, mas de uma forma sutil, pra ele parecia que ela tava consolando-o. Então ela pediu pra eu ceder o lugar pra ele. Levantei e comecei a procurar um lugar, mas não via nenhum lugar vago.
Do nada as minhas roupas e mochila sumiram, eu tava enrolado num cobertor azul que tenho e minha mochila era uma sacola de supermercado.
Comecei a procurar minhas roupas na sacola. Começou a dar uma vontade surreal de usar o banheiro, e eu não achava a roupa... Continuei a revirar a sacola até que não conseguir segurar mais a vontade de usar o banheiro, então acordei.
Lanche
Dormindo no ônibus sonhei que estava exatamente no mesmo lugar, porém em minhas mãos tinha um lanche enorme de carne seca, com muito recheio, quando fui morder o lanche o motorista do ônibus freou e toda a carne seca caiu no chão do ônibus.
Interior
(20/08/14)
Sonhei que haviam mudado provisoriamente o local das aulas da faculdade. Esse lugar provisório lugar era no meio do nada, no interior, próximo ao prédio só tinha uma fazenda e uma casa. E o prédio lá foi mal pensado, o lugar que o ônibus passava ficava nas costas do prédio, tinha que dar a volta no quarteirão pra chegar lá.
Estávamos saindo da aula, quando dois colegas meus de classe, o L e o F começaram a discutir (de se zuar, nada sério), então o L tirou o tênis e jogou no F, o F foi chutar o tênis no L, mas acabou chutando um degrauzinho, aqueles que têm em piso desnivelado.
F ficou com raiva e encheu o tênis (que era novinho) de terra e foi embora, enquanto o L começou a reclamar e limpar o tênis. Ele entrou de volta pra terminar de limpar o tênis.
Daqui a pouco volta ele e o H (que trabalhou comigo) na mesma situação; os dois se zuando. O H se rachava e comentava alguma coisa com uma menina loira que não fazia o tipo dele, mas ele chamava de amor.
Saí de lá, era dia ainda (eu estudo de noite), devia ser umas 14h, tava um solzinho gostoso. Fui pro lado oposto da maioria; eles estavam indo pelo caminho mais longo, e não me davam ouvidos quando eu falava isso.
No meio do caminho tinha uma mulher acompanhando uma senhorinha, ela falava um monte de besteira (no sentido de palhaçada) e a mulher se rachava. A senhorinha tava do meu lado esquerdo, apoiada numa árvore, a rua toda tinha árvores dos lados, mas no "quarteirão" da faculdade era tudo vazio, tirando a própria faculdade. Pouco a frente de onde a senhorinha estava com a mulher, do lado direito tinha uma casinha, a fazenda ficava perto do ponto de ônibus.
Acordei pouco depois de passar pela casinha.
Rinha de animais
(12/07/14)
Eu era um cachorro e estava fugindo, mas alguém me pegou e me jogou numa rinha onde eu devia "lutar" contra um gato, mas no lugar de lutarmos tentamos fugir juntos.
"Despôr" do sol
(12/07/14)
Estávamos em uma chácara eu e toda a minha família, porém eu só lembro de ter visto de fato um dos meus tios e meu irmão mais novo, nós três estávamos na rua em frente a tal chácara quando eu percebi que já estava ficando tarde. Falei para o meu tio que estava tarde e que eu precisava ir embora, ele pegou uma bicicleta, colocou meu irmão na garupa, e saiu na frente enquanto eu pegava outra bicicleta e tentava segui-lo.
Assim que eu montei na bicicleta virou noite, e conforme eu ia andando o sol ia se "despondo", não era o amanhecer, era mais como se a terra estivesse girando ao contrário, e a noite estava virando tarde de novo.
Continuei pedalando pela rua até chegar numa viela que descia a direita, entrei nela carregando a bicicleta, não tinha confiança nos freios.
No meio da viela tinha alguns caras mal encarados, eles disseram que estavam vendendo uma bicicleta, pensei que seria uma boa compra-la para o meu irmão, ao terminar esse pensamento o meu tio e o meu irmão voltaram, porém eles eram o Ricardo e Darwin Watterson (Incrível Mundo de Gumball) respectivamente.
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
Esmola
(22/07/14)
Eu estava indo em direção a um ponto de ônibus. No meio do caminho tinha um monte de mendigo, aparentemente todos com mais ou menos a mesma idade que eu, um deles veio e pediu um trocado, falei que não tinha, sem nem parar de andar, ele retrucou "tem sim, que eu sei.", e depois disse meio apreensivo "você é policial, né? Ou é, ou conhece alguém que seja.". Nem respondi.
Cheguei no ponto de ônibus, tinha umas 5 pessoas, um pouco a frente de onde eu parei tinha um cara falando num iPhone. O cara que havia me pedido um trocado voltou e veio falar comigo novamente, dessa vez ele estava com mais um cara, ele pediu um trocado de novo,e novamente respondi que não tinha, um deles retrucou que sabia que eu tinha dinheiro, eu respondi "sabe, eu queria ter pelo menos metade do que vocês acham que eu tenho...", e pensei "mas mesmo que eu tivesse qualquer coisa, eu não daria nada.".
Então eles desistiram, e um perguntou pro outro "ow, será que já deu o horário dos homi aparecer a paisana?" e deu uma olhada de canto de olho pra mim. Pensei "pronto, agora eles vão roubar o iPhone do cara..."
Acordei antes do roubo.
Natação
(22/07/14)
Estava no ônibus dormindo, sonhei que havia voltado a fazer natação, quando eu acordei falei pra mim mesmo que voltaria a fazer natação de verdade (ainda no sonho). Tentei enviar uma mensagem mensagem pra minha namorada contando sobre o sonho e sobre a decisão de voltar a fazer natação, mas não conseguia. Quando desci do ônibus o sol já tava terminando de se pôr, cheguei na academia, (eu já tinha sonhado com aquele lugar antes) a entrada dava num saguão pequeno, a porta de entrada era de vidro, as luzes desse saguão estavam apagadas, mas a porta estava aberta. Tinha um corredor pra esquerda e uma escada que subia do lado direito. Subi as escadas, era pra lá que ficava a piscina. Minha ansiedade de entrar logo na piscina era tanta, que eu tirei as calças logo no começo da escada, só depois que eu lembrei que tinha que me rematrícular. Desci as escadas de camiseta e sunga e fui pro corredor, ele dava na secretaria, só no meio do caminho eu percebi que eu não tava de sunga, eu estava, na verdade, só de cueca, parei num banquinho pra colocar as calças e acordei.
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Festa
(02/07/14)
Eu estava numa festa, num lugar que parecia uma chácara,
quando um homem armado mandou todo mundo ir pro caminho que levava para a saída
do terreno.
Quando estava todo mundo lá ele gritou "Todo mundo pro chão!
Quem ficar em pé, morre!", todos se jogaram no chão, e o homem ria e
atirava pra cima, então apareceu outro homem também armado, e atirou 3 vezes na
direção do primeiro, cada vez que ele atirava saiam 3 balas, nenhuma das balas
acertaram o primeiro homem, uma quase me acertou, e outras quase acertaram
outras pessoas, então com apenas um tiro o primeiro homem matou o segundo. O homem parou de rir, apontou pra mim e me chamou, fui até ele, ele aparentava ter
cerca de 60 anos, cabelo grisalho bem curto, mas sem sinais de calvice, ele me
perguntou "você sabe o meu nome?", respondi que não, "Bom, muito
bom. Melhor assim." ele disse, e começou a conversar comigo como se
fossemos amigos de longa data, andavamos pelo lugar enquanto ele falava, a
conversa durou bastante tempo (até que eu acordasse) mas não me recordo sobre o
que foi.
Perseguição
(01/07/14)
Eu estava trabalhando, daí a dona da empresa me chamou, disse que eu nunca atendia o telefone nem o interfone, come se fosse minha obrigação.
Falei que não gosto de falar no telefone, mas o meu telefone eu atendia o meu sempre que ele tocava, e que o interfone não era minha obrigação, e mesmo assim eu atendia as vezes, nisso o dono da empresa (marido da dona) começou a dar a brigar com alguém por telefone na sala dele, gritava, babava e batia na mesa, passado o susto que ele deu em todo mundo, ela retomou as acusações infundadas, disse que tinha que abrir uma (não lembro o nome do documento), e por tudo aquilo seriam descontados 2 dias trabalhados, comecei a quebrar todos os argumentos dela.
Então ela começou a tirar um monte de lixo da gaveta dela: clipes dobrados, clipes quebrados (que eu acabo fazendo as vezes) e mais um monte outras "esculturas abstratas" feitas com chapas de ferro. Nisso o dono da empresa, que passava pela mesa dela, viu e perguntou o que era aquilo, a resposta foi "são os conjuntinhos (?) que ele faz no lugar de trabalhar."
Falei "perai! Aqueles três ali (dois clipes dobrados e um quebrado) até pode ser coisa minha, posso ter feito enquanto esperava salvar algum arquivo mais demorado, mas de resto, como eu ia dobrar isso na mão? (peguei uma "esculturas" em chapa)
O dono da empresa olhou pra ela com cara de quem esperava a explicação, e ela me olhou com cara feia. Então eu acordei...
Tempestade
(01/07/2014)
Minha namorada me ligou, dizendo que ia sair com alguém, porém quando ela me avisou eu já estava quase na casa dela, indo vê-la. No sonho, ela morava numa subida, era uma rua com várias lojas, ela morava do lado esquerdo (ponto de vista de quem subia a rua).
Fiquei meio chateado, mas não a avisei que estava por lá, pra não atrapalhar o passeio. Na verdade eu estava na frente da casa vizinha a dela.
Comecei a descer a rua e ouvi um barulho estranho nos postes, olhei e vi umas faíscas, e em seguida ouvi a voz dela (e as de mais algumas pessoas), tinha uma loja de roupas que tinha um monte de biquíni exposto bem na porta, e do lado direito tinha tipo uma grade com roupas, meio que me escondi atrás dessa grade.
A vi passar, ela tinha feito luzes no cabela, e estava com um cara e mais dois casais.. Isso me incomodou bastante... Vi eles entrarem num carro branco.
Voltei a descer a rua depois que eles saíram. Andei uns dois metros quando um carro passou por mim, ela me viu e acenou, tinha uma menina dirigindo, ela parou o carro um pouco depois de onde eu tava, e agora o cara que tava com você era o cunhado dela, mas a irmã dela não estava, ele desceu do carro e falou "pode ir com ela, tenho que levar minha irmã de volta pra casa...", respondi que não iria, eu tava chateado e com ciúmes, mas não contei o motivo de eu não querer ir, então ele foi até um carro preto que tava parado na frente, e que eu nem tinha notado que existia.
Nisso o céu já estava totalmente escuro, não por estar tarde, mas sim por conta de uma tempestade. Um carro branco começou a perder o freio de mão, tentei segurá-lo, pra ele não descer a rua, então alguém (voz masculina) disse "não segura que é pior!", não consegui segurar, de qualquer forma, mas consegui fazer ele ir na direção da calçada, onde ele ficou travado. Então a minha namorada sumiu do carro.
Começou a cair uma tempestade enorme. Caía quase tantos trovões quanto água!
Os cabos dos postes que antes faziam barulho começaram a arrebentar.
Então o cunhado da minha namorada me falou "elas ainda estão lá! A gente tem que tirar elas de lá!", subimos a rua correndo, desviando dos cabos caídos e dos que caíam, entramos na casa de delas e as tiramos de lá, mas quando saímos da casa já estava tudo coberto por água, inclusive a casa. Era estranho, era como se houvesse uma barreira na entrada da casa: a água não entrava lá, mas a gente sabia que era temporário.
Eu a segurei, falei pra prender a respiração e pulamos pelo portão na água. O cunhado dela fez o mesmo com a irmã dela.
Fui nadando e desviando dos cabos estourados, eles ainda estavam com eletricidade e "se debatiam" embaixo d'água. Enquanto isso a tempestade continuava.
Queria evitar a superfície por causa dos raios, mas já estávamos ficando sem ar, então nadei pra cima o mais rápido que pude. Chegamos e começamos a tomar fôlego, só o que se via era água, parecia um alto mar, só que sem ondas, não víamos nem mesmo o topo de algum prédio, e os raios caíam por toda a parte. Quando íamos submergir de novo caiu um raio a uns 10 metros da gente, então acordei.
Corujas
(01/07/14)
Alguém me entregava 3 corujas, duas completamente dóceis, e uma não tanto.
A primeira era bege com pintinhas pretas, subiu na minha mão assim que estendi na direção dela.
Abri meu guarda-roupas e a coloquei empoleirada onde se coloca os cabides.
A segunda era marrom, também subiu tão logo estendi a mão, a coloquei junto a primeira.
A terceira era preta, a mais bonita das três. Quando estendi a mão ela recuou um pouco, fez menção de me bicar, olhou pra mim e então subiu na minha mão. A coloquei junto as outras.
Comecei a fechar a porta do guarda-roupas, a coruja marrom e a preta não reagiram, já a bege esticou o pescoço pra me olhar, parecia com medo...
Visita
(01/07/14)
Tinha ido visitar um primo da minha mãe. Quando cheguei na casa dele já estava noite, e só ele e o filho mais novo estavam em casa, estávamos na sala conversando quando a esposa e a filha mais velha chegaram. No sonho a casa deles, olhando do portão tinha a garagem, do lado direito havia um corredor que dava pra um quintal no fundo, e no começo desse corredor tinha uma porta pra sala. Quando elas chegaram, foram todos pro corredor, sentaram e ficaram conversando, e eu continuei na sala, só ouvindo a conversa. O estranho foi que, mesmo sendo noite, em momento algum as luzes foram acesas.
terça-feira, 24 de junho de 2014
Fugitivo (Recorrente)
Eu estava no pátio de uma prisão, era noite, escalei um dos
muros na tentativa de conseguir fugir. Ao pular o muro cai no andar de cima de
uma construção. Na calçada havia uma porta na parte esquerda da construção,
entrando por essa porta havia uma escada que levava para o andar superior, onde
havia apenas um corredor em forma de C invertido, que terminava onde havia a
porta. Nas paredes do corredor não havia portas ou janelas, a não ser na parede
da fachada, onde havia uma porta velha de madeira que abria pra uma sacada e
uma janela grande. Em cima da porta que dava pra calçada tinha um andaime de
madeira, onde um mendigo dormia.
Quando cai nessa construção, cai no corredor da direita, fui
em direção ao fundo, no intuito de descer as escadas e escapar. Antes de chegar
na escada vi que subia um guarda, voltei e deitei no andaime. O guarda foi até
a ponta do corredor da fachada, e voltou. Quando vi que ele estava descendo as
escadas, fui até a porta de madeira que dava pra sacada em abri, havia um
cachorro lá, ele começou a latir, chamando a atenção do guarda. Então eu
acordei.
Algum tempo depois, não me recordo se foram meses ou anos,
voltei a sonhar isso, porém, quando fui abrir a porta, lembrei do cachorro do
outro lado, olhei por uma das rachaduras da porta e o vi dormindo na sacada.
Fui até a janela, subi e pensei “tenho que pular, e agachar quando cair pra
reduzir o impacto, pular, agachar e depois sair correndo.”. Pulei. E ao cair na
calçada, acordei.
Vaga (Recorrente)
(??, 24/06/14)
Estava em meu quarto, falando alguma coisa com os meus irmãos.
Chovia lá fora, mas o dia tinha uma luminosidade dourada de pôr-do-sol. Não
lembro sobre o quê falávamos.
Então estávamos duas mulheres desconhecidas e eu numa mesa
no quintal da minha avó, era uma conversa informal sobre alguma vaga de
emprego, uma das mulheres era “empregadora” e a outra almejava uma vaga
diferente da que eu queria, embora não lembre quais vagas eram. Depois que a
mulher que queria a outra vaga saiu, a empregadora disse: “Então... Passa lá
pra gente conversar melhor... Se quiser, a vaga é sua.”
Então se levantou, e eu acordei.
Não me lembro do restante da conversa.
Já sonhei mais de uma vez esse sonho.
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Sem-teto
Sonhei que estava sem um teto para morar, então estava
passando as noites na empresa em que trabalho. Já era bem tarde, mas continuávamos
trabalhando. Eu estava entregando uma barra de cobre de seis metros de
comprimento para um colega de trabalho, quando meu chefe chegou e começou a
brigar, ele falava que a gente estava enrolando apenas pra pegar o dinheiro
dele (através de hora-extra).
Gatos
Sonhei com uma sala que devia ter cerca de três metros por
seis, com uma única porta numa das paredes de três metros, e janelas pequenas localizadas
quase junto ao teto por toda a extensão da parede à esquerda, o que
proporcionava uma ótima iluminação no local. Não havia móveis nessa sala,
apenas gatos, inúmeros gatos, desde recém nascidos até adultos, de todas as
cores que são comuns em gatos. Eram tantos gatos que mal tinha espaço pra andar.
No fim da sala, próximo da parede oposta a da porta, aproximadamente meio metro
da parede, tinha uma caixa pequena de papelão, com a abertura virada pra
parede, fui até essa caixa e olhei: tinha uma gata dentro, e ela dava a luz a
gatinhos um atrás do outro, saíam num fluxo continuo.
Súcubo
(23/06/14)
Sonhei que eu sonhava que dormia, então senti alguma coisa me prendendo, mexendo em mim, pensei "deve ser meu pai me acordando..." mas não conseguia me mexer. Consegui virar a cabeça e abrir os olhos: eu tava na cama dos meus pais, e meu pai do lado, dormindo, virei o rosto pra cima e vi um ser parecendo uma daquelas pessoas com rosto deformado, como no filme "A Casa dos Pássaros Mortos" (Ver Imagem - era mais ou menos isso, só que os dentes eram mais finos, e o demônio era "mulher") , pensei "Çamerda é uma súcubo!", ela estava em cima de mim. Comecei a lutar pra me livrar dela, depois de um tempo consegui tirá-la de cima de mim e pular da cama. Em pé, olhei em volta procurando ela, olhei pra cama e vi um montinho de coberta suspeito do lado do meu pai (que ainda dormia) comecei a socar aquilo e acordei (do sonho nível 2 pro nível 1), estava na minha cama, falei baixinho "só um pesadelo... Claro que é, "que sucubo iria me querer, com o meu pai ali do lado? (dei uma risadinha abafada) que demônio iria querer me pegar? (outra risadinha)"
Nisso ouvi uma voz do meu lado, praticamente no meu ouvido: "é mesmo... Que demônio iria te querer?" seguido de uma risada discreta e irônica: era o próprio demônio.
Nisso eu acordei de verdade, com um calafrio monstro! Meu corpo todo estremeceu com muito força. Tentei levantar os braços (sei lá pra quê) e eles não respondiam direito (paralisação noturna), parecia que tinha alguma coisa segurando meus braços, eu tava conseguindo levantar, mas era devagar, e eles tremiam (agora só eles, não mais o corpo todo) como se eu estivesse fazendo muita força. Só parou quando consegui cruzar os braços em cima do peito, só aí consegui abrir os olhos...
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