quinta-feira, 3 de julho de 2014

Festa


(02/07/14)

Eu estava numa festa, num lugar que parecia uma chácara, quando um homem armado mandou todo mundo ir pro caminho que levava para a saída do terreno.
Quando estava todo mundo lá ele gritou "Todo mundo pro chão! Quem ficar em pé, morre!", todos se jogaram no chão, e o homem ria e atirava pra cima, então apareceu outro homem também armado, e atirou 3 vezes na direção do primeiro, cada vez que ele atirava saiam 3 balas, nenhuma das balas acertaram o primeiro homem, uma quase me acertou, e outras quase acertaram outras pessoas, então com apenas um tiro o primeiro homem matou o segundo. O homem parou de rir, apontou pra mim e me chamou, fui até ele, ele aparentava ter cerca de 60 anos, cabelo grisalho bem curto, mas sem sinais de calvice, ele me perguntou "você sabe o meu nome?", respondi que não, "Bom, muito bom. Melhor assim." ele disse, e começou a conversar comigo como se fossemos amigos de longa data, andavamos pelo lugar enquanto ele falava, a conversa durou bastante tempo (até que eu acordasse) mas não me recordo sobre o que foi.

Depois que acordei, usei o banheiro e voltei a dormir, sonhei que contava esse sonho para uma moça que trabalha comigo.

Perseguição



(01/07/14)

Eu estava trabalhando, daí a dona da empresa me chamou, disse que eu nunca atendia o telefone nem o interfone, come se fosse minha obrigação.
Falei que não gosto de falar no telefone, mas o meu telefone eu atendia o meu sempre que ele tocava, e que o interfone não era minha obrigação, e mesmo assim eu atendia as vezes, nisso o dono da empresa (marido da dona) começou a dar a brigar com alguém por telefone na sala dele, gritava, babava e batia na mesa, passado o susto que ele deu em todo mundo, ela retomou as acusações infundadas, disse que tinha que abrir uma (não lembro o nome do documento), e por tudo aquilo seriam descontados 2 dias trabalhados, comecei a quebrar todos os argumentos dela.
Então ela começou a tirar um monte de lixo da gaveta dela: clipes dobrados, clipes quebrados (que eu acabo fazendo as vezes) e mais um monte outras "esculturas abstratas" feitas com chapas de ferro. Nisso o dono da empresa, que passava pela mesa dela, viu e perguntou o que era aquilo, a resposta foi "são os conjuntinhos (?) que ele faz no lugar de trabalhar."
Falei "perai! Aqueles três ali (dois clipes dobrados e um quebrado) até pode ser coisa minha, posso ter feito enquanto esperava salvar algum arquivo mais demorado, mas de resto, como eu ia dobrar isso na mão? (peguei uma "esculturas" em chapa)
O dono da empresa olhou pra ela com cara de quem esperava a explicação, e ela me olhou com cara feia. Então eu acordei...

Tempestade



(01/07/2014)

Minha namorada me ligou, dizendo que ia sair com alguém, porém quando ela me avisou eu já estava quase na casa dela, indo vê-la. No sonho, ela morava numa subida,  era uma rua com várias lojas, ela morava do lado esquerdo (ponto de vista de quem subia a rua).
Fiquei meio chateado, mas não a avisei que estava por lá, pra não atrapalhar o passeio. Na verdade eu estava na frente da casa vizinha a dela.
Comecei a descer a rua e ouvi um barulho estranho nos postes, olhei e vi umas faíscas, e em seguida ouvi a voz dela (e as de mais algumas pessoas), tinha uma loja de roupas que tinha um monte de biquíni exposto bem na porta, e do lado direito tinha tipo uma grade com roupas, meio que me escondi atrás dessa grade.
A vi passar, ela tinha feito luzes no cabela, e estava com um cara e mais dois casais.. Isso me incomodou bastante... Vi eles entrarem num carro branco.
Voltei a descer a rua depois que eles saíram. Andei uns dois metros quando um carro passou por mim, ela me viu e acenou, tinha uma menina dirigindo, ela parou o carro um pouco depois de onde eu tava, e agora o cara que tava com você era o cunhado dela, mas a irmã dela não estava, ele desceu do carro e falou "pode ir com ela, tenho que levar minha irmã de volta pra casa...", respondi que não iria, eu tava chateado e com ciúmes, mas não contei o motivo de eu não querer ir, então ele foi até um carro preto que tava parado na frente, e que eu nem tinha notado que existia.
Nisso o céu já estava totalmente escuro, não por estar tarde, mas sim por conta de uma tempestade. Um carro branco começou a perder o freio de mão, tentei segurá-lo, pra ele não descer a rua, então alguém (voz masculina) disse "não segura que é pior!", não consegui segurar, de qualquer forma, mas consegui fazer ele ir na direção da calçada, onde ele ficou travado. Então a minha namorada sumiu do carro.
Começou a cair uma tempestade enorme. Caía quase tantos trovões quanto água!
Os cabos dos postes que antes faziam barulho começaram a arrebentar.
Então o cunhado da minha namorada me falou "elas ainda estão lá! A gente tem que tirar elas de lá!", subimos a rua correndo, desviando dos cabos caídos e dos que caíam, entramos na casa de delas e as tiramos de lá, mas quando saímos da casa já estava tudo coberto por água, inclusive a casa. Era estranho, era como se houvesse uma barreira na entrada da casa: a água não entrava lá, mas a gente sabia que era temporário.
Eu a segurei, falei pra prender a respiração e pulamos pelo portão na água. O cunhado dela fez o mesmo com a irmã dela.
Fui nadando e desviando dos cabos estourados, eles ainda estavam com eletricidade e "se debatiam" embaixo d'água. Enquanto isso a tempestade continuava.
Queria evitar a superfície por causa dos raios, mas já estávamos ficando sem ar, então nadei pra cima o mais rápido que pude. Chegamos e começamos a tomar fôlego, só o que se via era água, parecia um alto mar, só que sem ondas, não víamos nem mesmo o topo de algum prédio, e os raios caíam por toda a parte. Quando íamos submergir de novo caiu um raio a uns 10 metros da gente, então acordei.

Corujas



(01/07/14)

Alguém me entregava 3 corujas, duas completamente dóceis, e uma não tanto.
A primeira era bege com pintinhas pretas, subiu na minha mão assim que estendi na direção dela.
Abri meu guarda-roupas e a coloquei empoleirada onde se coloca os cabides.
A segunda era marrom, também subiu tão logo estendi a mão, a coloquei junto a primeira.
A terceira era preta, a mais bonita das três. Quando estendi a mão ela recuou um pouco, fez menção de me bicar, olhou pra mim e então subiu na minha mão. A coloquei junto as outras.
Comecei a fechar a porta do guarda-roupas, a coruja marrom e a preta não reagiram, já a bege esticou o pescoço pra me olhar, parecia com medo...

Visita



(01/07/14)

Tinha ido visitar um primo da minha mãe. Quando cheguei na casa dele já estava noite, e só ele e o filho mais novo estavam em casa, estávamos na sala conversando quando a esposa e a filha mais velha chegaram. No sonho a casa deles, olhando do portão tinha a garagem, do lado direito havia um corredor que dava pra um quintal no fundo, e no começo desse corredor tinha uma porta pra sala. Quando elas chegaram, foram todos pro corredor, sentaram e ficaram conversando, e eu continuei na sala, só ouvindo a conversa. O estranho foi que, mesmo sendo noite, em momento algum as luzes foram acesas.