Esse blog tem como objetivo ser meu "diário" de sonhos. Frequentemente tenho sonhos, quase sempre são bizarros, então irei registra-los aqui.
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Tempestade
(01/07/2014)
Minha namorada me ligou, dizendo que ia sair com alguém, porém quando ela me avisou eu já estava quase na casa dela, indo vê-la. No sonho, ela morava numa subida, era uma rua com várias lojas, ela morava do lado esquerdo (ponto de vista de quem subia a rua).
Fiquei meio chateado, mas não a avisei que estava por lá, pra não atrapalhar o passeio. Na verdade eu estava na frente da casa vizinha a dela.
Comecei a descer a rua e ouvi um barulho estranho nos postes, olhei e vi umas faíscas, e em seguida ouvi a voz dela (e as de mais algumas pessoas), tinha uma loja de roupas que tinha um monte de biquíni exposto bem na porta, e do lado direito tinha tipo uma grade com roupas, meio que me escondi atrás dessa grade.
A vi passar, ela tinha feito luzes no cabela, e estava com um cara e mais dois casais.. Isso me incomodou bastante... Vi eles entrarem num carro branco.
Voltei a descer a rua depois que eles saíram. Andei uns dois metros quando um carro passou por mim, ela me viu e acenou, tinha uma menina dirigindo, ela parou o carro um pouco depois de onde eu tava, e agora o cara que tava com você era o cunhado dela, mas a irmã dela não estava, ele desceu do carro e falou "pode ir com ela, tenho que levar minha irmã de volta pra casa...", respondi que não iria, eu tava chateado e com ciúmes, mas não contei o motivo de eu não querer ir, então ele foi até um carro preto que tava parado na frente, e que eu nem tinha notado que existia.
Nisso o céu já estava totalmente escuro, não por estar tarde, mas sim por conta de uma tempestade. Um carro branco começou a perder o freio de mão, tentei segurá-lo, pra ele não descer a rua, então alguém (voz masculina) disse "não segura que é pior!", não consegui segurar, de qualquer forma, mas consegui fazer ele ir na direção da calçada, onde ele ficou travado. Então a minha namorada sumiu do carro.
Começou a cair uma tempestade enorme. Caía quase tantos trovões quanto água!
Os cabos dos postes que antes faziam barulho começaram a arrebentar.
Então o cunhado da minha namorada me falou "elas ainda estão lá! A gente tem que tirar elas de lá!", subimos a rua correndo, desviando dos cabos caídos e dos que caíam, entramos na casa de delas e as tiramos de lá, mas quando saímos da casa já estava tudo coberto por água, inclusive a casa. Era estranho, era como se houvesse uma barreira na entrada da casa: a água não entrava lá, mas a gente sabia que era temporário.
Eu a segurei, falei pra prender a respiração e pulamos pelo portão na água. O cunhado dela fez o mesmo com a irmã dela.
Fui nadando e desviando dos cabos estourados, eles ainda estavam com eletricidade e "se debatiam" embaixo d'água. Enquanto isso a tempestade continuava.
Queria evitar a superfície por causa dos raios, mas já estávamos ficando sem ar, então nadei pra cima o mais rápido que pude. Chegamos e começamos a tomar fôlego, só o que se via era água, parecia um alto mar, só que sem ondas, não víamos nem mesmo o topo de algum prédio, e os raios caíam por toda a parte. Quando íamos submergir de novo caiu um raio a uns 10 metros da gente, então acordei.
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